quinta-feira, 29 de outubro de 2020

Xuxa, "Memórias" e sua história

Hoje é Dia Nacional do Livro e não há maneira melhor de representar a data aqui no Xuper blog... No dia 21/09, as livrarias de todo o Brasil receberam “Memórias”, o primeiro livro autobiográfico de Xuxa. Lançado pela GloboLivros, a publicação de 272 páginas traz relatos de momentos da vida da Rainha e uma quantia considerável de fotos, em sua maioria inéditas.

À primeira vista pode parecer o trivial de uma biografia, mas “Memórias” tem uma particularidade: já nasceu com história suficiente para se fazer protagonista de um capítulo só seu e é por esse caminho que seguiremos: as memórias do “Memórias”.

Memórias chegou às lojas em 21/09, mas sua história renderia uma capítulo a parte

Xuxa em livro
Lançar um livro contando a própria história é novidade na carreira da Rainha; até então ela só tinha lançado 2 livros de fotos: um dedicado aos seus 20 anos de Rede Globo – “Xuxa: Uma História de Amor” (Editora Globo, 2006) – e outro abrangendo toda sua história: “Xuxa” (Editora Toriba, 2019).

Embora tenham caráter retrospectivo, as obras não possuem texto, apenas fotos
Fotos: Ag. News / Xuper Blog



Nota do blog: Em 2001 foi lançado o livro “Xuxa” (Editora Artemeios), mas apesar de ser reconhecido como uma obra oficial, Xuxa não é creditada como autora. Quem aparece na função é a jornalista Ana Lúcia Neiva e o texto é superficial, ocupando um papel secundário na obra, já que as fotos ocupam 90% das páginas.

Xuxa lançou o primeiro livro "biográfico" no MAM, em dezembro de 2001, mas não foi ela quem escreveu o (pouco) texto da obra
Foto: Marta Santos



Xuxa por Xuxa
Se lançar livro autobiográfico é novidade, escrever sobre sua história (ou sobre coisas que façam parte dela) não é. Ainda modelo, no início dos anos 80, Xuxa tinha o costume de registrar em um diário as experiências e acontecimentos do seu dia a dia.

Toda noite, antes de se abraçar com Bebeto, bonequinho de penas que a acompanha desde a infância, e partir rumo aos sonhos, a manequim Xuxa senta-se diante de um caderno espiral e escreve os pensamentos e fatos amorosos que lhe agitaram mais um dia. Uma rotina desde fevereiro do ano passado e que já está no terceiro volume, sempre cadernos de 100 folhas, onde coloca sua letra redonda, pacientemente desenhada. É um diário lírico, sem descrições eróticas, detalhes excitantes. (...) É nele que Xuxa despeja seu estilo de frases curtas, como o de Agatha Christie, sua escritora preferida. 
(Trecho extraído da matéria “o Vulcão em Repouso”, da Playboy, em abril/1982)


Na época chegou-se a falar que tais registros virariam um livro, mas o máximo que aconteceu foi a revista Ele Ela (Bloch Editores) selecionar algumas passagens do diário e publicá-las em sua edição de maio de 1985. Dois anos depois, numa entrevista, a revista quis saber:

Ele Ela: Continua escrevendo seu diário?
Xuxa: Parei. Não era bem um diário, mas um registro de pequenas coisas que aconteciam, era mais um desabafo. E essas anotações pararam quando eu e o Dico, quer dizer, o Pelé, paramos, há um ano.


A primeira vez que textos de Xuxa foram publicados aconteceu na revista Ele Ela, em maio de 1985
Reprodução da revista Ele Ela (Bloch Editores)


Na verdade Xuxa nem precisava mais se preocupar em registrar o que lhe acontecia, pois toda a imprensa o fazia por ela. No auge da Xuxamania, qualquer passo seu era noticiado por mais corriqueiro que fosse. E assim se passaram meses, anos, década...

Pois é, uma década depois do fim dos registros no diário, Xuxa aceitou um convite da revista Caras e escreveu sua história (de forma bem resumida). A revista transformou o texto em quatro capítulos que foram publicados entre julho e agosto de 1996, aproveitando a comemoração dos 10 anos de Xuxa na Rede Globo. Na verdade, o texto acabou em segundo plano pois as fotos ocupavam quase todas as 8 páginas de cada capítulo.

O texto de Xuxa foi transformado em 4 fascículos pela revista Caras em 1996, mas o atrativo mesmo eram as fotos (em sua maioria proveniente do arquivo de imagens da Editora Abril)
Reprodução da capa dos capítulos 1 e 2 de "As Memórias de Xuxa" (Revista Caras - Editora Abril)


Em 1998, Xuxa realizou o sonho de ser mãe e a vontade de fazer registros renasceu. Ela montou uma espécie de diário sobre a maternidade, onde contava para Sasha seus momentos mais especiais e mensagens que gostaria que a menina um dia conhecesse. Esse “diário” foi mostrado num vídeo do canal de Xuxa no YouTube – o Canal X – mas seu conteúdo permanece reservado a quem ele foi destinado.

“É como se fosse um diário, gente! Um diário que eu fiz pra Sasha ler, de tudo que acontecia, de tudo que eu fazia, TUDO! Tá tudo aqui!” – contou Xuxa, surpresa, ao reencontrar o “presente” que nem ela mesma lembrava ter feito.




Em novembro de 2014, novo convite! Dessa vez para uma coluna quinzenal na revista Viva! (que na época pertencia à Editora Caras). A diferença é que agora Xuxa usava o espaço também para comentar fatos da atualidade, expondo sua opinião. A coluna existiu até outubro de 2016, quando a revista encerrou suas atividades.

Novembro de 2014: agora é para valer, nada de registros para si própria, Xuxa agora escrevia para milhares de leitores e ela tirou de letra...
Reprodução da capa da revista Viva! nº 789 / Foto Xuxa: Blad Meneghel



Nesse meio-tempo, Xuxa publicou seu primeiro livro de textos; mas não sobre ela, e sim sobre algo que faz parte de sua história: a Fundação Assistencial Xuxa Meneghel. Em maio de 2015, ela lançou “Fundação Xuxa Meneghel – 25 Anos Transformando Histórias” (Editora LeYa) onde contou as histórias de algumas das crianças que passaram por lá e também como surgiu a ideia de criar aquele lugar que, sem dúvida, ganharia um capítulo nas memórias de muita gente.

"25 Anos Transformando Histórias" traz a história da
Fundação Assistencial Xuxa Meneghel sob o olhar de Xuxa


Em janeiro de 2017, foi a vez da Contigo recrutar Xuxa para seu time de colunistas. Os textos seguiam o mesmo padrão da revista anterior: memórias, desabafos, opiniões... E o destino, infelizmente, também foi o mesmo: com o fim da edição impressa, a coluna “X da Questão” deixou de existir em dezembro de 2018.

Xuxa só ficou dois meses sem escrever; em janeiro de 2017, a revista Contigo! a convidou para trazer a coluna "X da Questão" para a publicação
Reprodução da capa da revista Contigo! nº 2157  // Foto Xuxa: Blad Meneghel


A essa altura Xuxa já tinha mostrado que sabia atingir o coração das pessoas também com seus textos e, sabendo disso, outra revista a convidou para ser colunista. A Vogue estreou a “Coluna da Xuxa” em 06/05/2019 e agora, nem a Rainha, nem seus leitores precisam se preocupar com o possível fim da versão impressa, pois a coluna é exclusiva da versão digital. A coluna é publicada mensalmente no site vogue.globo.com


Xuxa por Guilherme
Com tantas experiências, já tinha passado a hora de Xuxa fazer seu livro e Guilherme Samora – editor do Memórias – sabia disso, só precisava convencê-la.

No prefácio de “Memórias”, Guilherme compartilha uma vontade que teve por muito tempo: “como eu queria que as pessoas conhecessem a história forte dessa mulher, contada desse jeito franco e honesto dela. É impossível não ser tocado por ela”.

A história de Guilherme e Xuxa é antiga. Como jornalista, ele esteve presente em vários momentos importantes da história de Xuxa, o que fez os laços se estreitaram.  São inúmeras as matérias escritas por ele sobre Xuxa, a maioria para a revista Quem (Editora Globo).

Guilherme esteve presente em importantes acontecimentos na vida de Xuxa: o Kikito em Gramado/RS (2009); a badalada ação de marketing "Xuxa Morena" (2012); os 50 anos comemorados em grande estilo (2013); a contratação pela RecordTV (2015)... só para citar alguns
Reprodução de páginas da revista Quem


Além disso, ele já tinha know-how sobre escrever/editar biografias. Em 2016, ele teve participação importante em “Rita Lee – Uma Autobiografia”: ele é o personagem Phantom, um fantasminha que, volta e meia, aparece no livro arrematando dados e até corrigindo Rita quando sua memória "escorrega" em datas ou esquece de algum detalhe importante para aquele momento.

Dois anos depois Guilherme lançou a biografia “Francisco” (GloboLivros) contando a história de São Francisco de Assis, por quem ele sempre teve curiosidade e fascínio.

Guilherme Samora: know-how em biografias com a bênção de
Santa Rita de Sampa e São Francisco de Assis

Reprodução redes sociais // Capas dos livros lançados

E Xuxa? Guilherme insistia na pergunta: “quando é que vai escrever seu livro?”, mas Xuxa não dava muita bola. Até que ela mudou de ideia...


Livros Só Para Baixinhos
Durante a pandemia, Xuxa, em razão do isolamento social e também devido aos recentes (e modificadores) acontecimentos em sua vida, “ressuscitou” seu lado escritora. Para quem não sabe (ou não se lembra), lá em 1985, quando se dividia entre apresentar o Clube da Criança (TV Manchete) e seus trabalhos como modelo internacional (Ford Models NY), a Rainha escreveu “” (Editora Nova Fronteira), livro infantil sobre uma menina que se sentia só por ter uma certa dificuldade em fazer amigos. Ficção, mas com base no momento que ela vivia...


Voltando a 2020... mais uma vez as experiências fizeram nascer em Xuxa a vontade de contar histórias para as crianças e assim ela transformou em ficção acontecimentos de sua realidade atual: a chegada de Maya, sua afilhada; a experiência em conhecer o trabalho humanitário das ONGs em Angola, a decisão de se tornar vegana e a partida de Dona Alda, sua mãe. Tudo isso estará retratado de forma lúdica em livros infantis que sairão pela GloboLivros.

Nota do Blog: O primeiro dos infantis será "Maya Bebê Arco-Íris", seu lançamento está previsto para o próximo dia 03/11. Essa história, especificamente, Xuxa escreveu quando a pequena Maya ainda nem havia nascido. Foi em outubro de 2019 (Maya nasceu em 26/01/2020).



Foi a partir dos livros infantis que Guilherme convenceu Xuxa a fazer também um compilado de suas memórias, como ela contou no programa Otalab em 16/07/2020:

“Primeiro, eu estava fazendo uns livros para criança... Pensei em lançá-los e tudo que eles rendessem seria revertido para a Aldeia Nissi (Angola) e santuários que cuidam de animais resgatados aqui no Brasil. Quando comentei isso com o Gui (Guilherme), ele me disse que antes gostaria de lançar minhas memórias para que isso chamasse a atenção do público e só depois lançar os infantis. Então comecei a buscar coisas que eu já tinha escrito, escrevi coisas novas, coisas que nunca tinha dito e comecei a juntar tudo. Redescobri fotos antigas, registros e assim o “Memórias” ficou pronto.”


Xuxa fez questão de selecionar as fotos que estão no Memórias;
começou às 3h da tarde e foi até às 5h da manhã do dia seguinte

Foto: Blad Meneghel


Vender = Ajudar
Como tudo que envolve o nome “Xuxa”, o livro já chegou cercado de expectativas, curiosidades e polêmicas e isso, claro, felizmente refletiu nas vendas. 


A primeira tiragem foi de 100 mil exemplares, um número excelente; tanto que a GloboLivros presenteou Xuxa, no dia do lançamento, com uma placa que recebeu o nome de “Livro de Ouro”, numa alusão às certificações “Disco de Ouro” que os artistas ganham na música e que Xuxa, por sua vez, já deve ter perdido as contas de quantos ganhou na vida.

Xuxa exibe sua mais nova certificação, o Livro de Ouro, uma forma que a GloboLivros encontrou para parabenizá-la pelas 100 mil cópias já na 1ª tiragem. A placa foi feita pelo artista Adriano Mendonça (@euadrianojs) que se inspirou em scrapbooks para confeccioná-la
Foto: Blad Meneghel


Nota do blog: Para se ter uma ideia de quão grande é esse número, basta compararmos à tiragem do livro “Xuxa” de 2001, que teve apenas 10 mil exemplares na 1ª tiragem e mais 10 mil na 2ª. Lembrando que em 2001, Xuxa estava no ar semanalmente com seu “Planeta Xuxa” na TV Globo, tinha inúmeros produtos com seu nome no mercado e lançava, religiosamente, pelo menos um disco/DVD por ano.

Quem ganha com isso não é Xuxa, pois ela abriu mão de todos os royalties (os direitos autorais) em favor dos Santuários do Brasil e da Aldeia Nissi. Não era de se esperar outra coisa de Xuxa, como registra Guilherme no prefácio:

“Nesse momento, vi aquela luz se acender. Não era só um projeto. Não era só sobre ela. Não era simplesmente algo para satisfazer o ego. Era algo maior, que chegaria a causas do coração.”

A principal motivação de Xuxa ao escrever suas memórias:
poder ajudar crianças e animais


🔊 Divulgação
A primeira vez que se ouviu falar no livro foi em 21 de junho (exatamente três meses antes do lançamento), quando o colunista Lauro Jardim do jornal “O Globo” publicou uma notinha contando a nova empreitada da Rainha. O que começou timidamente culminou numa avalanche de matérias que tomaram conta dos principais jornais do país. Sem esquecer, claro, da mais nova forma de divulgação do momento: as famosas lives. Desde julho, em praticamente todas as transmissões que a Rainha participou o livro era tema obrigatório; afinal quem ia desperdiçar a oportunidade de conseguir um detalhe exclusivo?



No dia do lançamento, a live “oficial”: Xuxa conversou com Guilherme Samora sobre o livro, reforçou a importância da ajuda que só é possível com a participação de todos e agradeceu! Como agradeceu... Se o livro se resume em HONESTIDADE,  a live do livro se resume em GRATIDÃO.





Xuxa por Rita Lee e Junno Andrade
As orelhas do livro trazem textos de Rita e Junno. 
Rita foi a primeira a ler as memórias de Xuxa e foi direto ao ponto: “escreve com coragem e honestidade”. Quem conhece a história de Rita, principalmente após sua autobiografia, sabe que ela não é de rodeios ou médias. Se ela deu seu aval, é porque ali encontrou realmente a verdade: “the one and only Xuxa”.

Xuxa sob dois pontos de vista: a estrela - the one and only Xuxa -  e a mulher por trás dos holofotes - a minha Xuxa. Rita Lee e Junno sintetizam as duas faces da Rainha


Junno nos traz a visão mais íntima de Xuxa, a mulher por trás dos holofotes e das grandes produções, aquela por quem ele se apaixonou: “a cara mais lavada que já vi num primeiro encontro! Uma pessoa especial, que não precisa de subterfúgios para ser quem é”. E por mais que ele diga que é difícil saber por onde começar ou quando parar ao se falar de Xuxa, sua conclusão é pontual: “a partir de suas memórias, você terá ainda mais motivos para admirar esse grande ser humano”.


O conteúdo
Memórias não tem a pretensão de ser definitivo na história de Xuxa. Não espere encontrar nele tudo que aconteceu nestes 57 anos de vida da Rainha de forma detalhada. Seria praticamente impossível e, certamente, o número de páginas teria que ser multiplicado por 10, no mínimo...

O nome do livro traduz bem o que você vai encontrar: memórias, lembranças, fragmentos... Momentos que realmente foram importantes para ela ou que ela julga serem importantes para ajudar alguém, seja inspirando ou encorajando.



Não vamos aqui discorrer sobre o que deveria ou não estar no livro, pois como a própria Xuxa disse na live, as memórias são dela e ela sabe o grau de importância de cada uma em sua história.

O que podemos garantir é que dá muita vontade de comentar capítulo por capítulo, falar das fotos etc, mas não faremos isso porque não queremos estragar a grata surpresa que é ler “Memórias” (se você ainda não leu).

O livro ainda atiça o coração dos colecionadores: duas contracapas diferentes ilustrando as "duas" Xuxas - passado e presente
Foto: Blad Meneghel


Curiosidades
Escolhemos dois momentos do livro que não têm fotos publicadas e que seria legal mostrar o que foi contado. Calma, não tem spoiler. Vamos apenas dizer o capítulo e falar de forma genérica, sem os detalhes que Xuxa conta.

📖 Você leu, mas não viu – parte 1
No capítulo “Mãe Presente”, Xuxa conta sobre como Dona Alda surpreendeu toda a equipe da revista Ele Ela quando a loira foi escolhida para fazer uma foto do seu... bumbum. Pois é, se não fosse a mãe da loira, a revista não teria conseguido esse registro:

Dona Alda podia até não ter a experiência dos fotógrafos, mas sabia valorizar a imagem de Xuxa como ninguém... A história completa está no livro "Memórias"




📖 Você leu, mas não viu – Parte 2
Sem filtro, com muito amor” conta um episódio marcante para a loira que comemorava, pela primeira vez, seu aniversário na TV. O então patrão de Xuxa, sr. Adolpho Bloch, fez questão de preencher uma lacuna na história da aniversariante e, sem avisar, entrou em cena em pleno “Clube da Criança” tirando-a para valsar.


O "patrão" fez questão de cumprimentar sua funcionária mais ilustre em seu primeiro aniversário na TV. Xuxa conta com detalhes como foi o momento...



👀Você viu, mas não leu
Na parte das fotos, Xuxa selecionou duas para representar o início de sua carreira como modelo: "duas poses no começo da carreira" diz a legenda. Uma dessas fotos é inédita e  pertence a um ensaio que deu origem à campanha da Coleção Verão 80/81 de moda praia da marca Marilan



Ok, até aí nada demais, pois Xuxa era uma das modelos mais requisitadas para catálogos de moda praia e lingerie. O curioso é que este ensaio chamou atenção da Playboy (em setembro de 1981) e da revista Canal TV (em setembro de 1982) que publicaram fotos do mesmo para enaltecer a beleza da loira... Ah, e pra quem gosta de uma coincidência: setembro de 81, setembro de 82 e a foto inédita também saiu em setembro!




🔎 Oops, Gracinha Curiosa, vem aqui!
Pra quem não se lembra, em 1994, Xuxa interpretava a personagem Gracinha Curiosa no “Xuxa Park”. A moça pesquisava sobre tudo e tinha uma memória invejável. Mas por que estamos falando dela? 

O Phantom "assombra" a biografia de Rita Lee fazendo observações ou correções de forma pontual e bem humorada

Bom, inspirados no Phantom de Guilherme Samora, que dava uns toques nas memórias de Rita Lee, achamos que seria justo trazer Gracinha para arrematar alguns “oops” nas memórias da Rainha. Lembrando que isso em nada invalida a memória retratada e são apenas curiosidades, ok?

- Falando de “Super Xuxa Contra Baixo Astral”, a loira diz que ficou “abobada” quando lhe falaram que o filme “bateu três milhões de espectadores só no primeiro final de semana”... Na realidade, essa foi a bilheteria aproximada do filme durante todo o período de sua exibição e não do primeiro final de semana. 



- Dentre as fotos publicadas, há uma com várias TVs de uma loja de eletrodomésticos sintonizadas num programa da Xuxa. A legenda diz: “todas ligadas no Xou”. Na verdade a foto é de 1997 e o programa que está sendo transmitido é o Xuxa Park, portanto “todas ligadas no Park”.




- Na legenda da foto do filme “A Princesa Xuxa e os Trapalhões”, a Rainha comenta que colocaram gesso em seu tronco para fazer o molde do figurino que seria confeccionado em metal. Sim, isso aconteceu de verdade, mas a foto publicada não é a desse figurino especificamente, e sim de outro figurino do filme (tão lindo quanto)...


Viram só? Nós falamos que não era nada demais...💁🏻‍♂️


Vem mais por aí
O que vou fazer daqui para a frente? Garanto que vem mais por aí. Pois vou viver. Viver tudo que Deus reserva para mim.

E se depender da gente cada novo capítulo vai terminar com "...e ela continua vivendo feliz para sempre!", afinal, como disse Junno, ela é a "nossa Xuxa" e em nossas melhores memórias sempre estará a sua história, porque ela se mistura à nossa. Valeu, Xu!



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