sexta-feira, 16 de agosto de 2019

Dancing Brasil 5 - Ep. 07 || Tema Livre || (14/08/2019)


O sétimo episódio do Dancing Brasil 5 foi diferente do que imaginávamos, mas isso não quer dizer menos interessante. Pelo contrário! A noite foi de TEMA LIVRE, ou seja cada dupla podia escolher o ritmo e a música que quisesse para garantir sua permanência no programa.

Mas, espera! No programa passado Xuxa disse que isso era inédito... eu tenho quase certeza que isso já aconteceu noutra temporada”... Você está pensando isso agora, certo? Então... o tema livre já aconteceu, mas não tão "livre" assim. Na quarta temporada tivemos um episódio (nº 8) chamado “Freestyle”, em que cada dupla podia fazer o que bem entendesse dentro do ritmo. Sim, freestyle é também um ritmo. Já no episódio dessa semana, a dupla poderia executar o freestyle ou não, como foi o caso de Dany Hypólito & Marquinhos ou Alinne Prado & Jefferson Andrade que optaram por outros ritmos.



💃Abertura
A abertura foi daquelas que todo mundo gosta, com todo mundo junto – participantes, bailarinos, plateia, Xuxa e Junno – se divertindo no cenário do programa. A surpresa ficou por Xuxa dançando – rapidamente – no mezanino onde Junno fica  e Junno lá no meio da plateia com direito a passinhos coreografados.

Como na semana passada,a música foi de Beyoncé. Dessa vez, “Move Your Body”, e não teve como ficar parado mesmo! A apresentação foi contagiante, daquelas que dá vontade de dançar junto. Grande acerto!

Xuxa no mezanino, Junno na plateia e dança em todo lugar


E o funk? Teve ou não teve?
O funk se tornou a ausência da noite por dois motivos: um porque a gente se empolgou com a conversa entre Xuxa e Junno na semana passada, onde ela perguntou toda marota se o maridão achava que ia ter funk e ele respondeu com os versos de “Lua de Cristal”: “tudo pode ser, se quiser será / sonhos sempre vem pra quem sonhar”. Ok, Junno, a gente bem queria a loira dançando no batidão, mas não rolou. Xuxa e Junno, “cês” tão devendo essa pra gente, tá?



O motivo nº 2 ficou por conta do momento mais triste do Dancing nesta temporada e talvez de todas. O MC Koringa se lesionou durante o ensaio no dia do programa e não pode se apresentar. Ele faria uma homenagem a MC Sapão e aos passinhos de funk junto com Bella. O que já estava ruim, piorou: nós já vimos muitos participantes se ausentarem por razões semelhantes e voltarem na semana seguinte. A questão é que isso, pelas regras do programa, só é permitido até o quinto episódio. A partir do sexto, a regra é: “não dançou, está eliminado sumariamente”. Isso acontece porque o número de participante é cada vez menor e ausências não programadas poderiam comprometer o cronograma da atração que é definido de antemão.

A inesperada despedida de MC Koringa em razão de uma contusão. A partir do sexto programa, quem não dançar é automaticamente eliminado, infelizmente.
Foto: Blad Meneghel


🃏MC Koringa
Koringa & Bella eram um dos casais mais dedicados desta temporada. De cinco zonas de risco, somente participaram de uma e saíram vitoriosos. A dupla dançou cha cha cha, foxtrote, jive, quickstep, rumba e valsa (seis dos dez ritmos oficiais do programa). Seu melhor momento foi justamente no último programa que participaram com MC Koringa dando lugar ao Fábio, o paizão que dançou para homenagear suas filhas. Um dos momentos mais cativantes daquela noite. Koringa dividiu sua história conosco e pudemos ver um outro lado do cantor. Pantera Cor-de-Rosa, Rei Leão, jogador de basquete foram algumas das facetas desse coringa.




MC (Fábio) Koringa & Bella Fernandes, foi um prazer vê-los dançar a cada noite. A competição chegou ao fim de forma inesperada, mas a história de vocês no programa ficou marcada. Obrigado!

👑 Glamourosa, rainha do Dancing
O visual da noite foi uma criação de Marcelo Cavalcante, executada por Michelly X. O vestido preto de corte moderno certamente entrou  - ao lado do figurino da noite dos jogos pan-americanos – para a galeria dos mais bonitos dessa temporada. Não somos entendidos de moda e tendências, mas olha, toda vez que apostam nessas fendas laterias, o tiro e certeiro, viu? Uma loira com essas pernas e esse porte... não tem como errar.

Sim, pode falar, a gente concorda: estão maravilhosos esses dois!
Foto: Blad Meneghel


Tudo que eu fizer, eu vou tentar melhor do que já fiz
Não teve Lua de Cristal nas músicas da noite, mas os versos se adaptam perfeitamente ao que vimos na pista de dança. Pode ser que pelo tema ser livre, cada participante ficou mais confiante e à vontade para executar sua apresentação. O fato é que todo mundo estava melhor do que nos programas anteriores e aprova disso foram as notas dos jurados: nenhuma nota 7, vários 8 e 9 e dois triplos DEZ.

D’Black ou D’Brown?
D’Black & Carol trouxeram o Soul Train para o palco do Dancing. Para quem não conhece, Soul Train foi um programa de TV americano nos anos 70 que levava cantores de hip hop, soul e R&B. Ao som de um medley de James Brown, o casal transportou todo mundo para esse universo através de uma apresentação que misturou locking e hip-hop e garantiu a terceira melhor nota do público.

Soul "Dancing" Train: D'Black  & Carol Dias trouxeram James Brown para a pista


Mad Max ou Mad Feres?
Com um visual meio Mad Max, Bia Feres & Paulo Victor vieram de freestyle. Paulo Victor, ousando como sempre, tirou Bia, mais uma vez, da zona de conforto. Olha, para falar a verdade, essa moça nunca teve zona de conforto, pois a cada programa ele exige mais e mais e ela responde a altura. O sorriso de piscina virou fúria do asfalto.


Bia Feres & Paulo Victor: coreografia em que o sorriso de piscina deu lugar à fúria do asfalto
Foto: Blad Meneghel


Sem máscaras!
Dany Hypólito & Marquinhos até encarnaram personagens para dançar o charleston, mas mesmo com a caracterização não tinha como esquecer quem eram as estrelas. O casal ousou em buscar o ritmo que só foi apresentado uma única vez no Dancing - na final da primeira temporada, em 2017 - e talvez por isso fizeram uma coreografia com cara de final! O resultado não tinha como ser diferente TRIPLO DEZ e 9,2 como nota do público. Parabéns Dany! Parabéns MASKinhos!

O charleston triplo DEZ de Dany Hypólito & Marquinhos
Coreografia com cara de final!


As Brunelas
Sem dúvida nenhuma, o melhor momento da noite foi a coragem de Victor Sarro & Bruna Bays. Ela por arriscar tudo num ritmo inédito no programa e ter a certeza de que seu parceiro daria conta do recado e ele, óbvio, pelo desempenho e a naturalidade com que encarou o salto e a peruca sem medo de parecer caricato. A apresentação de Stiletto foi inspirada no filme “As Branquelas” e Victor e Bruna passaram uma cumplicidade tão grande que a gente até se pergunta: por que não chamam esses dois pra fazer um musical do filme? Triplo DEZ porque não tinha como dar triplo ONZE.


Diretamente de "As Branquelas" para o palco do Dancing Brasil: Bruna Bays botou Victor Sarro em cima do salto e juntos botaram as melhores notas no bolso. Triplo DEZ porque não tem triplo ONZE


🤞Em noite de tema livre, o melhor é ficar livre da zona de risco
A zona de risco foi uma das mais difíceis até hoje. Os três casais com a menor nota - Cátia Paganote & Fernando; Ricardo Vianna & Dani De Lova e Alinne Prado & Jefferson Andrade – foram casais que também tiveram ótimas apresentações. Foi uma noite de reviravoltas, assim como Victor Sarro quase saiu no programa passado e neste programa foi a nota mais alta, tão insperado foi ver Cátia e Fernando com a menor nota, depois de tantas apresentações impecáveis.  Ricardo & Dani repetiram a zona de risco, mas também não podemos deixar de registrar o quanto foram melhores que a última apresentação. E o que dizer de Alinne que trouxe para o palco a “Cor da Cidade” num samba de estilo internacional?

Alinne & Jefferson não conseguiram a porcentagem necessária e deixaram o programa, mas as palavras de Alinne antes do anúncio mostraram o quanto ela encarou o programa como uma experiência de transformação e não um mero reality show. Cativou e vai fazer falta também!



🎧Música livre
Em noite de tema livre, a playlist não poderia ser mais eclética: do samba-reggae de Daniela Mercury ao soul de James Brown, do pop de Usher ao rock de Welshly Arms. Confere só como tudo isso junto só podia dar boa coisa:
Abertura: Move Your Body [Beyoncé] (2011)

1. Cátia Paganote & Fernando PerrottiMore (RedOne Jimmy Joker Remix) [Usher] (2010)
Ritmo: Freestyle
Nota: 24 + 7,9 = 31,9

2. Dany Hypólito & Marquinhos Hey! Pachuco! [Royal Crown Revue] (1994)
Ritmo: Charleston
Nota: 30 + 9,2 = 39,2

3. Ricardo Vianna & Dani De LovaDancing On My Own [Calum Scott] (2016)
Ritmo: Freestyle
Nota: 27 + 8,4 = 35,4

4. Alinne Prado & Jefferson AndradeO Canto da Cidade [Daniela Mercury] (1992)
Ritmo: Samba Internacional
Nota: 24 + 8,4 = 32,4

5. Victor Sarro & Bruna Bays Crazy in Love [Beyoncé] (2003)
Ritmo: Stiletto
Nota: 30 + 9,2 = 39,2

6. Bia Feres & Paulo VictorLegendary [Welshly Arms] (2016)
Ritmo: Freestyle
Nota: 29 + 9 = 38

7. Vinícius D’Black & Carol Dias – Medley: Get Up (I Feel Like Being Like a) Sex Machine / Get Up Offa That Thing [James Brown] (1971/1976)
Ritmo: Locking e Hip-Hop
Nota: 29 + 8,5 = 37,5

Encerramento: Mon Couer S’ouvre à Ta Voix [Alessandra Maestrini] (2012)


🎶 Noite dos Musicais
Nessa temporada não tem mistério, todo final de programa nossa Dancing Queen já conta qual é a próxima parada do expresso Dancing Brasil. Semana que vem é hora de reviver a magia dos musicais, seja Broadway ou cinema. Já tivemos uma noite assim sob o comando de Xuxa Kidman, incorporando a bela Satine de Moulin Rouge, lembram? Quem será a homenageada da vez?

Xuxa interpreta Satine na cena em que ela é apresentada ao público do Moulin Rouge


Comentários
0 Comentários

Nenhum comentário:

LinkWithin

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...